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quarta-feira, 30 de março de 2016

MPF repassa assinaturas de apoio às ’10 medidas anticorrupção’

Imagem: Divulgação/Ag. Brasil
Foram colhidas exatamente 2.028.263 assinaturas em todo o país
O Ministério Público Federal devolveu, para movimentos sociais e de maneira simbólica, as 2.028 milhões de assinaturas de apoio ao pacote de medidas anticorrupção idealizado pelo órgão na esteira da Operação Lava Jato, as chamadas “10 medidas”. O evento aconteceu na tarde desta terça-feira (29) na Procuradoria Geral da República. Dali, cerca de 500 a 600 pessoas que lotaram um auditório no MPF caminharam até a Câmara dos Deputados, onde entregam os projetos para congressistas da Frente Parlamentar de Combate à Corrupção.
No evento, o coordenador da Câmara de Combate à Corrupção do Ministério Público Federal, o subprocurador-geral da República Nicolao Dino Costa Neto, disse que o evento não está associado à crise por que passa o governo Dilma Rousseff, sob ameaça de um impeachment, em parte motivado pelas investigações da Lava Jato. “É preciso deixar bem claro que, apesar da coincidência temporal traçada pelo curso curso da história, o Ministério Público não é, definitivamente, agente desse grave instante político e nem é protagonista da crise, não lhe cabendo interferir em quaisquer cenários relativos a ela”, disse ele na abertura do evento. “O compromisso do Ministério Público é com a regularidade das investigações, com a efetividade do processo e, em outras palavras, a defesa da ordem democrática.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Juíza federal assumidamente lésbica decidiu contra um ex-capelão cristão da Marinha Americana que alega que seus superiores o haviam retirado de serviço porque ele não era “ecumênico”.

Uma juíza federal assumidamente lésbica, cuja nomeação foi contestada por dezenas de senadores dos EUA, decidiu contra um ex-capelão cristão da Marinha Americana que alega que seus superiores o haviam retirado de serviço porque ele não era “ecumênico”.
A decisão já juíza Elaine Kaplan, do Tribunal de Ações Federais dos EUA, rejeitou as alegações do ex-capelão Gordon Klingenschmitt, que recentemente foi eleito para a Câmara dos Deputados Colorado. Ele afirma ter sido punido porque rotineiramente fazia orações “em nome de Jesus”, como parte de seu trabalho como capelão.
Ao comentar sobre o caso, Klingenschmitt afirmou que provavelmente irá recorrer da decisão e criticou a postura adotada pela juíza. 
– Tem alguém surpreso de que uma nova nomeada de Obama, e juíza liberal, determinou que um capelão da Marinha pode ser legalmente punido por seus sermões, punidos por ter escrito ao Congresso, e punido por orar em nome de Jesus usando meu uniforme militar? – questionou o ex-capelão. 
– Embora tenha admitido em sua decisão que o governo realmente puniu a mim, um capelão da Marinha, por citar a Bíblia na capela, o que seria protegido pela Primeira Emenda, mas esta juíza se recusou a corrigir o óbvio abuso de poder da Marinha – completou. 
Recentemente, Klingenschmitt escreveu um livro chamado “The Demons of Barack H. Obama: How the Gift of Discerning of Spirits Reveals Unseen Forces Influencing American Politics” (“Os demônios de Barack Obama: como o dom de discernimento de espíritos revela forças invisíveis que influenciam a política americana”, em tradução livre). Ele acredita que a publicação influenciou na sua punição. 
– Finalmente, ela reconheceu que fui punido por ter escrito sobre o presidente. Mas, mais uma vez, afirmou que ela não tem competência para fazer cumprir as leis de denúncia. Meu advogado e eu pretendemos apelar imediatamente dessa má decisão e, novamente, mais tarde, se necessário, iremos até a Suprema Corte – afirmou.

Publicado no Gospel +

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