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terça-feira, 5 de abril de 2016

Ministério Público pede a proibição da oração do Pai Nosso em escolas públicas e gera revolta

A oração ensinada por Jesus a seus discípulos – e compartilhada por todos os cristãos, independentemente se católicos ou evangélicos – foi proibida nas escolas públicas do estado do Mato Grosso do Sul.
A proibição foi definida após o Ministério Público Estadual (MPE-MS) emitir um parecer recomendando que a prática fosse encerrada, devido à reclamação de um pai de aluno, provavelmente ateu.
A Secretaria Municipal de Educação explicou, através de nota, que a decisão foi tomada para evitar uma ação civil pública da Promotoria de Direitos Humanos, que pedia a interrupção de todas as manifestações de cunho religioso no ambiente escolar.

quarta-feira, 30 de março de 2016

MPF repassa assinaturas de apoio às ’10 medidas anticorrupção’

Imagem: Divulgação/Ag. Brasil
Foram colhidas exatamente 2.028.263 assinaturas em todo o país
O Ministério Público Federal devolveu, para movimentos sociais e de maneira simbólica, as 2.028 milhões de assinaturas de apoio ao pacote de medidas anticorrupção idealizado pelo órgão na esteira da Operação Lava Jato, as chamadas “10 medidas”. O evento aconteceu na tarde desta terça-feira (29) na Procuradoria Geral da República. Dali, cerca de 500 a 600 pessoas que lotaram um auditório no MPF caminharam até a Câmara dos Deputados, onde entregam os projetos para congressistas da Frente Parlamentar de Combate à Corrupção.
No evento, o coordenador da Câmara de Combate à Corrupção do Ministério Público Federal, o subprocurador-geral da República Nicolao Dino Costa Neto, disse que o evento não está associado à crise por que passa o governo Dilma Rousseff, sob ameaça de um impeachment, em parte motivado pelas investigações da Lava Jato. “É preciso deixar bem claro que, apesar da coincidência temporal traçada pelo curso curso da história, o Ministério Público não é, definitivamente, agente desse grave instante político e nem é protagonista da crise, não lhe cabendo interferir em quaisquer cenários relativos a ela”, disse ele na abertura do evento. “O compromisso do Ministério Público é com a regularidade das investigações, com a efetividade do processo e, em outras palavras, a defesa da ordem democrática.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

A pedido de Jean Wyllys, MP interrompe curso para pastores sobre temática gay


O caso seria investigado pelo MP-DF, que decidiu pelo seu arquivamento.
por Thiago Cortês


A pedido de Jean Wyllys, MP interrompe curso para pastores sobre temática gayA pedido de Wyllys, MP interrompe curso para pastores sobre temática gay
  • Por solicitação do deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), um curso de orientação sobre homossexualismo ministrado pelo ex-homossexual Claudemiro Ferreira – e voltado para pastores – foi interrompido pelo Ministério Público do Distrito Federal (MP-DF).
Apesar de voltado para lideranças evangélicas, o evento que aconteceria entre os dias 19 e 23 do presente mês foi interrompido por um oficial de Justiça. A programação foi denunciada porque supostamente tratou da homossexualidade “como doença”. O caso seria investigado pelo MP-DF, que decidiu pelo seu arquivamento (veja abaixo).
Mas o foco do evento traz uma perspectiva bastante distante de qualquer vestígio de homofobia. O cartaz do evento dizia somente: “Homossexualismo: ajudando, biblicamente, a prevenir e tratar aqueles que desejam voltar ao padrão de Deus para sua sexualidade”.
Mesmo assim, com base na denúncia de Jean Wyllys, o Ministério Público do Distrito Federal intimou os palestrantes Airton Williams e Claudemiro Soares durante evento em Brasília. Contra eles, foi feita por Wyllys uma acusação sobre “charlatanismo”.

A igreja e a política. Quem será o futuro presidente do Brasil?

Estamos as portas das eleições de 2018, milhões de brasileiros vão as urnas escolher seus representantes, a saber,  presidente, senadores,...