Para a publicação, a autora de novelas comentou que a ação é orquestrada por pessoas que têm outros interesses e apelam para a fé. “Não vejo protesto de evangélicos, o que vejo são interesses comerciais apelando para o fundamentalismo”, afirmou ela, que ainda completou: “E penso que, em casos assim, o pessoal da imprensa deveria seguir o sábio conselho do Millôr Fernandes: ‘Não se deve ampliar a voz dos imbecis’”. Gloria também disse estar feliz com os índices de audiência obtidos pelos primeiros capítulos da trama.
Para quem não acompanhou, o movimento contra a nova trama das 21h, da TV Globo, é organizado por fiéis da Igreja Universal, na internet. O argumentando principal do grupo é que a história da novela faz adoração a Ogum, já que São Jorge é uma das representações do orixá no Brasil.
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