O governo do Marrocos não permitirá que crianças sejam batizadas com nomes como “Saddam Hussein” ou “Osama bin Laden”, nem com outros que “atentem contra a moral e a ordem pública”, afirmou o ministro do Interior, Mohammed Hasad. O ministro fez nesta terça-feira uma exposição dos princípios que regem as “questões onomásticas do Estado”.
Para o ministro, dar “liberdade absoluta” aos cidadãos para nomear seus filhos poderia causar “perturbações no entorno familiar e social”, e deu como exemplo os acontecimentos no mundo, que podem produzir um entusiasmo e levar os pais a escolher nomes com conteúdo político ou extremista. “O entusiasmo desaparece com o tempo, mas o nome fica”, raciocinou o ministro.
